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Um aposentado de aproximadamente 65 anos de idade morreu na manhã desta segunda-feira (22) no centro da cidade de Nísia Floresta/RN.

Segundo informações da Polícia Militar da cidade de Nísia, semana passada um caminhão teria derrubado um poste. A companhia de energia elétrica do RN teria realizado a troca do poste, mas teria deixado um fio no chão.

O senhor João Cardoso do Nascimento, teria pego no fio pensando que estaria solto. Porém, o cabo estaria passando sobre uma rede elétrica que ligava de uma residência para o poste teria foi trocado pela COSERN.

Funcionário da COSERN compareceu ao local e informaram ao Digital Mipibu que os cabos pertencem a uma companhia telefônica.

No ESO do Portal NCO


Gerentes da operadora TIM estão obrigando seus funcionários a entrarem em uma campanha agressiva para a captação de novos clientes pós-pagos, com direito a humilhações e punições a vendedores, e até mentiras para os consumidores. O objetivo é reduzir as vendas de produtos que não geram comissão — em especial os chips pré-pagos — e aumentar as vendas comissionadas, sobretudo dos chips pós-pagos.
Além de estímulos comuns ao setor comerciário, como festas e premiações aos vendedores destacados, também são feitas manobras que envolvem humilhação em reuniões e congressos, perda de folgas e até transferências forçadas para unidades longe de casa daqueles que insistem em vender os produtos não comissionados.
As denúncias foram enviadas ao R7 por dezenas de ex-funcionários da TIM, após a publicação de uma reportagem em que um consumidor é agredido por uma funcionária da empresa por filmar o atendimento.
Esses ex-funcionários — alguns dos quais com processo contra a empresa na Justiça do Trabalho em São Paulo — explicam que a venda de produtos não comissionados não ajuda a empresa a crescer no mercado. Por isso, o “vale tudo” leva os funcionários a mentir, ludibriar e não respeitar as necessidades do consumidor de olho em festas, passeios e regalias, além do medo de ser exposto e humilhado.
Em meio a essa pressão, o funcionário mais valorizado é aquele que consegue convecer um cliente que entra na loja com planos de comprar um chip pré-pago, mas sai com um pós-pago. Quem não consegue fazer essa “conversão” e se destaca na venda de chis pré é chamado, pejorativamente, de “bottom”.
Os “bottons”
Uma das humilhações vividas pelos funcionários da TIM faz parte de uma campanha chamada “Zero Bottom”. “Bottom” é como são chamados os funcionários que vendem muitos chips pré-pagos. A campanha é uma tentativa de zerar a venda de produtos não comissionados, migrando de forma forçada os clientes pré-pagos para pós-pagos por falta de opção.


“Mandavam a gente mentir que não tinha chip avulso para convencermos o cliente a se tornar pós-pago, mesmo que seja contratando uma linha controle [com valor fixo por mês]“, afirma uma ex-funcionária, que não quis se identificar porque tem uma ação trabalhista contra a operadora na Justiça.
— No final do dia ou nas reuniões matinais, os funcionários que tivessem vendido muitos chips pré-pago, por exemplo, eram humilhados e sofriam ameaças como transferência para lojas longe de casa.
De acordo com os ex-vendedores, por anos foi usado o “farol de bottom”, que indicava qual a média de produtos que estavam sendo vendidos. Quantos mais conversões de pré para pós-pago, era dado um broche verde. Se estava em uma média aceitável para o gerente, era dado um broche na cor amarela. E aquele que tivesse passado do limite na venda de chips pré usava um broche vermelho.
— Mesmo o cliente não sabendo o que significava, era uma coisa humilhante. Enquanto quem tinha o vermelho era criticado, os funcionários que ganhavam os verdes (chamados de “tops” ou “lobos”) iam para festas vips de Camaro e tinha regalias, como folgas. Então muito vendedor não queria nem saber o que o cliente precisava, só queria saber de vender e converter o cliente para pós-pago. O medo de vender chip pré era tão grande que já chegaram a cadastrar várias linhas no meu sistema, que por descuido deixei aberto.
A campanha para zerar os “bottons” foi inclusive divulgada, em 2012, na página do Facebook de uma ex-gerente de canal, que se desligou recentemente da empresa. Pela rede social, outros então funcionários mostraram apoio à campanha.
De acordo com os ex-funcionários, o “farol de bottom” não é mais usado, porém a campanha continua dentro das lojas.
Outras humilhações
A lista de denúncias de humilhação é extensa. Por isso, todos os funcionários que entraram em contato com o R7 têm processos trabalhistas em andamento.
Os relatos de constrangimento também se estendem a metas de vendas de outros produtos. Como é o caso de uma campanha para a venda de modens de internet. Ex-funcionários contam que o funcionário que não conseguisse vender o aparelho em um dia, no dia seguinte teria que trabalhar com o modem pendurado no pescoço.
“Esses são apenas alguns exemplos do que passamos como vendedores da TIM. As sessões de humilhação constantes e o incentivo para vender algo que o cliente não teria condições de pagar é uma rotina na vida dos vendedores”, disse outro ex-funcionário, que também não quis se identificar por temer represálias.
— Quem for em uma loja pode pedir que chip pré-pago não falta, o que falta é respeito com o consumidor.
Ainda relacionado ao modem, que custa em média R$ 100 ao cliente, uma ex-funcionária afirma que os celulares chegavam às lojas com um determinado preço, mas o valor do modem era incorporado ao valor do celular. O “combo” então era vendido como se o modem fosse gratuito.
— A venda do combo era uma meta. O celular saia sempre R$ 100 mais caro, porque, na verdade, o consumidor estava pagando pelo aparelho.
Demissão por justa causa
Os ex-funcionários decidiram expor os problemas da TIM após a demissão, por justa causa, de cerca de 200 funcionários. As demissões ocorreram na região metropolitana de São Paulo ao longo de todo o ano de 2014.
Muitos dizem que só conheceram os motivos da dispensa após abrirem processos trabalhistas na Justiça. Eles contam que foram acusados pela empresa de fraude, em razão da ativação de linhas telefônicas “fantasma”, sem nenhum cliente. Segundo explicam, no entanto, as supostas fraudes aconteciam com o conhecimento de gerentes e outros superiores.
O caso é semelhante ao que ocorreu no ano passado em Goiás, quando a TIM foi obrigada pela Justiça a converter “justa causa” em “dispensa imotivada”, após a Terceira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) decidir que os funcionários que ativavam “linhas fantasmas” tinham respaldo dos superiores. A falta de comprovação do dolo (da intenção de causar dano) terminou na conversão da dispensa de justa causa, permitindo aos funcionários receberem as verbas rescisórias.
“É exatamente isso que aconteceu com a gente [aqui em São Paulo]. Ninguém fez nada dentro da loja que os gerentes não soubessem”, explica uma ex-funcionária.
O que diz a TIM?
A TIM considera inadmissível qualquer tipo de prática irregular de negócios por parte de seus funcionários ou de parceiros. Quando alguma irregularidade é identificada, a empresa, imediatamente, toma as providências necessárias e age de acordo com as leis e com as previsões contratuais, inclusive podendo se deparar com a necessidade de efetuar desligamentos por justa causa ou descontinuar sua relação com um fornecedor. As eventuais fraudes geradas por supostas orientações superiores não beneficiam de nenhuma maneira a empresa, levando-a, até mesmo, a graves prejuízos.
A TIM esclarece ainda que, em nenhum momento, restringiu ou orientou suas equipes de vendas a limitar a comercialização de qualquer produto de seu portfólio. A operadora é líder nacional no mercado pré-pago – com mais de 62 milhões de usuários nesse segmento – e respeita sua base de clientes, em prol da excelência no atendimento ao cliente. Por isso, investe na capacitação contínua da força de vendas. Somente em 2014, a empresa registrou 200 mil horas de treinamento para o time de vendas, reforçando o compromisso da companhia com o bem-estar e o desenvolvimento dos seus colaboradores e com a satisfação dos consumidores.
A empresa, adicionalmente, informa que tem como política fundamental valorizar o desempenho das equipes e estimular o compartilhamento de melhores práticas entre seus colaboradores. Os resultados dos programas de incentivo desenvolvidos pela TIM são comunicados internamente e de forma transparente, visando reconhecer e premiar os melhores desempenhos, sempre em linha com suas diretrizes éticas e operacionais. A operadora aproveita para reiterar que mantém, divulga e obedece a um Código de Ética e Conduta bastante rígido e possui um robusto procedimento sigiloso de denúncias de comportamentos irregulares, abrangendo todo os níveis hierárquicos e áreas da empresa.
R7


Brincadeira das previsões para o ano novo marcou o final da edição de domingo (21) do Manhattan Connection, no canal GloboNews.

Em um primeiro momento, Diogo Mainardi, que participa do programa diretamente de sua casa em Veneza, na Itália, não quis arriscar um palpite.

Pouco depois interrompeu o texto de encerramento do apresentador Lucas Mendes: “Tenho uma previsão: Lula será preso em 2015″.

Os colegas de programa reagiram com risos contidos, sem comentar a polêmica lançada pelo articulista e escritor, assumidamente antipetista.

Pouco antes, a pauta discutida no Manhattan Connection havia sido o processo movido nos Estados Unidos contra a Petrobras, a fim de ressarcir investidores norte-americanos da desvalorização das ações da empresa.

Mainardi quis saber da entrevistada Érica Gorga, professora de Direito de Negócios da FGV (Fundação Getúlio Vargas), se existia a possibilidade de a presidente Dilma Rousseff ser presa.

A especialista preferiu não se comprometer. Mas afirmou que, em processos semelhantes, integrantes do poder Executivo chegaram a ir para a cadeia.

Gorga fez questão de ressaltar a inexistência, até o momento, de qualquer evidência ligando o nome de Dilma Rousseff aos beneficiários do esquema de corrupção na Petrobras.

Como é de conhecimento público, Diogo Mainardi tem interesse pessoal na punição dos envolvidos no Petrolão.

Ele acredita que as consequências judiciais das denúncias feitas por seu amigo e mentor, Paulo Francis, em 1996, no mesmo Manhattan Connection, contribuíram para o infarto que matou o jornalista em fevereiro de 1997, aos 66 anos.

Na época, diretores da estatal processaram Francis por ele ter afirmado, sem mostrar provas, que executivos da Petrobras formavam uma “quadrilha” que desviava dinheiro da empresa para abastecer contas na Suíça.

No próximo domingo (28), o entrevistado do MC será o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. De acordo com anúncio feito por Lucas Mendes, o líder tucano vai apresentar um balanço do atual momento político-econômico do Brasil.

FHC fez o mesmo tipo de participação no programa da GloboNews em dezembro de 2013. Parece ter virado uma espécie de oráculo da atração.

Fonte: Terra


Vereadores de Natal protagonizaram uma confusão na manhã desta segunda-feira (22) antes do início da sessão extraordinária convocada pelo prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT). Fernando Lucena (PT) e Chagas Catarino (PROS) trocaram empurrões e a guarda municipal precisou intervir para apartar o tumulto.

O prefeito Carlos Eduardo convocou cinco sessões extraordinárias para os dias 22, 23, 26, 29 e 30 de dezembro para a votação de projetos polêmicos. Dentre eles, está a alteração do Código Tributário do Município e o fim da eleições democráticas dos diretores de escolas municipais.

A confusão começou porque a sessão estava marcada para às 9h, mas até às 10h não havia sido iniciada. Os vereadores da oposição cobraram que o vice-presidente da CMN, vereador Júlio Protásio desse início à sessão, independente do quórum. Como a sessão não foi iniciada os vereadores da oposição exigiram que a TV Câmara transmitisse o que estava se passando no plenário.

O pedido não foi atendido e a confusão começou. O vereador Fernando Lucena chegou a puxar os cabos de uma câmera da TV. Com o término da confusão, os vereadores começaram uma discussão para definir se aceitam ou não a convocação extraordinária.

No ESO do VNT Online

A Prefeitura de Espírito Santo/RN efetuou neste ultimo Sábado (20/12) o pagamento do décimo terceiro salário do funcionalismo público municipal. 

Com a injeção na economia local do dinheiro que já consta nas contas dos servidores públicos da prefeitura, os comércio aposta no aumento de vendas para Natal e Ano Novo a partir desse final de semana.


O Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Norte recomendou aos veículos de comunicações locais a não publicação ou veiculação de imagens de cadáveres ou corpos humanos mutilados em situação de morte violenta. Além disso, O MPF orienta que as veiculações noticiosas não exponham pessoas a ridicularizarão ou qualquer outra forma de divulgação ofensiva à dignidade humana.
De acordo com coordenador estadual dos Direitos Humanos, Marcos Dionísio, a recomendação do MPF reflete o exagero da veiculação matérias com conteúdo desse tipo. “Publicações dessa natureza acabam expondo as vítimas e os familiares de pessoas que viveram situação de violência a outro tipo de violência”, observou.
Ainda segundo Dionísio, tal recomendação não viola o direito humano à informação, pois muito mais do que coibir, protege as pessoas de terem sua intimidade e sua dignidade expostas em publicações de extremo mau gosto. “Estamos vivendo uma verdadeira espetacularização da tragédia”, declarou.
A reportagem do portalnoar.com procurou o presidente do Sindicato dos Jornalistas no RN para repercutir a recomendação do MPF, mas o presidente Breno Perucci preferiu não comentar o assunto. Ele disse apenas que não cabe ao sindicato regular a divulgação de conteúdo em veículos de comunicação, mas apenas lutar pelos direitos trabalhistas da categoria.
Outras recomendações
Além da não publicação de imagens de cadáveres, o MPF fez outras recomendações como: a não exposição de entrevistados a situações vexatórias em razão da etnia, cor, raça, orientação sexual e opção política; Que a mídia em geral não veicule imagens de pessoas envolvidas em fatos possivelmente criminosos, quando estiverem presas em Delegacias de Polícia ou similares, salvo com a autorização expressa do titular da imagem e do seu advogado ou Defensor Público, presentes.
Quando se tratar de criança ou adolescente apreendido pela prática de ato infracional, não proceder com a exposição da imagem do menor nem referências ao nome e/ou às inicias respectivas, à filiação, parentesco ou residência, cumprindo assim o disposto no art. 143 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n. 8.069/90).
No ESO do Portal No Ar - NCO


O Banco do Brasil divulgou nesta sexta-feira edital de concurso público para formação de cadastro de reserva para o cargo de escriturário, que exige ensino médio completo. O salário inicial da categoria é de R$ 2.227,26, para uma jornada de trabalho de 30 horas semanais.

As atribuições do cargo são atendimento ao público, atuação no caixa (quando necessário), contatos com clientes, prestação de informações aos clientes e usuários, redação de correspondências, conferência de relatórios e documentos, controles estatísticos, atualização e manutenção de dados em sistemas operacionais, além de execução de outras tarefas inerentes ao conteúdo ocupacional.

As inscrições podem ser feitas no período de 22 de dezembro a 19 de janeiro do ano que vem, no site da Fundação Cesgranrio, organizadora do concurso.  A taxa é de R$ 40.

As vagas são para os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Santa Catarina.

O processo seletivo contará com provas objetivas e de redação, além de perícia médica. A aplicação das avaliações escritas está prevista para o dia 15 de março do ano que vem.

No ESO do Amigos da Onça
O primeiro passo para retomar o cinturão peso-galo (até 61kg) do UFC foi dado. Na madrugada deste domingo, em Barueri-SP, Renan Barão lutou pela primeira vez desde que perdeu o cinturão da categoria. O adversário foi Mitch Gagnon, que ofereceu muita dificuldade nos dois primeiros rounds. Mas a superioridade técnica do brasileiro falou mais alto, e ele conquistou a vitória com uma finalização aos 3m53s do terceiro round.
A torcida que compareceu ao Ginásio José Corrêa empurrou Barão para o triunfo e cantou “O campeão voltou!” durante e após o combate. O potiguar aproveitou para desafiar seu algoz, o atual campeão TJ Dillashaw. “Quero meu cinturão de volta. Dillashaw, tenho dois presentes para você: minha mão direita e minha mão esquerda. Vou calar a sua boca, porque está falando muita besteira”, disse Barão .

Em decisão publicada no Diário Oficial da Justiça no dia 16 de Dezembro de 2014, a Juíza de Direito da Comarca de Goianinha, Dra. Ana Karina de Carvalho Costa Carlos da Silva, em processo judicial ajuizado pelo Ministério Público, determinou que o Prefeito Municipal de Espirito Santo não realize gastos específicos para/com a Festa da Padroeira da cidade, que sempre ocorre no final de Janeiro de cada ano.

No ESO do Blog Olhar Atento

Acompanhe o teor da decisão abaixo:

Autos n.º 0101597-35.2014.8.20.0116
Classe Procedimento Ordinário/PROC
Autor: O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte
Réu: Município do Espírito Santo/RN

Posto isso, e por tudo mais que dos autos consta, CONCEDO O PEDIDO FORMULADO NA INICIAL, para determinar que o Município de Espírito Santo/RN se abstenha de realizar qualquer despesa com a Festa da Padroeira do Município, bem como com outros festejos no ano de 2015 e seguintes, que incluam a contratação de artistas, serviços de buffet, locação de banheiros, inclusive gastos acessórios como montagem de palco, iluminação, som, recepção, alimentação, hospedagem, abastecimento de veículos de artistas ou pessoal de apoio, dentre outros, enquanto não realizado e homologado concurso público que abarque todas as funções ocupadas irregularmente nos dias de hoje, por contratados temporários e comissionados, sob pena de multa diária no importe de R$ 1.000,00 (mil reais), nos termos do art. 12, § 2º, da Lei nº 7.347/85 e art. 461, §§ 4º e 5º do Código de Processo Civil, em caráter pessoal ao Sr. Prefeito Municipal.

Cite-se o demandado para oferecer resposta, no prazo legal.

Publique-se. Intimem-se.

Goianinha-RN, 16 de dezembro de 2014

Ana Karina de Carvalho Costa Carlos da Silva
Juíza de Direito


Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgou nesta quinta, o balanço da geração de empregos formais no país.
No Rio Grande do Norte, foram gerados 1.124 empregos celetistas, correspondendo à elevação de 0,25% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mêsanterior. Tal resultado decorreu principalmente do desempenho positivo no setor do Comércio (+1.346postos), cujo saldo superou a redução do emprego da Construção Civil (-1.028 postos). 
Natal foi a cidade com melhor desempenho no mês no estado, com saldo positivo de 677 vagas, seguido por São Gonçalo (181); Caicó (118), Parnamirim (107); e Canguaretama (76).
Nova Cruz ficou na oitava posição, com um saldo positivo de 20 novos empregos formais.
O Caged avalia as cidades com mais de 30 mil habitantes.
No ESO do Portal NCI

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