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Bem Vindos!
A Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), oferece cursos por meio do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). As inscrições do estão abertas até o dia 3 de julho. Estão sendo disponibilizadas 175 vagas na instituição, distribuídas entre os cursos de Técnico em Agronegócio, Edificações, Logística e Meio Ambiente.

Para a realização de cursos técnicos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), o sistema vai selecionar alunos que concluíram ensino médio e fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano passado. 

Do total de 175 vagas disponibilizadas pela EAJ, 85% são destinadas aos candidatos que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede privada na condição de bolsista integral. A seleção dos alunos é feita de acordo com a nota do Enem.

Os interessados devem se inscrever pela internet. No link, também é possível obter outras informações sobre o processo. Não é cobrada taxa de inscrição ou de matrícula.

Confira, abaixo, o cronograma do Sisutec 2015:
Início das inscrições: 29/06
Fim das inscrições: 03/07 (até 23h59)
Resultado da Primeira chamada: 07/07
Matrícula da primeira chamada: 08 a 10/07
Resultado da Segunda chamada:14/07
Matrícula da segunda chamada : 15 a 17/07
Inscrição on-line para vagas remanescentes: 20/07 a 02/08
Início das aulas entre: 03 e 31/08.

Sisutec
O Sisutec foi criado em 2013, ofertando vagas gratuitas em cursos técnicos para quem já havia concluído o ensino médio. O sistema é uma das vias de acesso ao Pronatec, que foi criado pelo governo federal em 2011, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. Os cursos são ofertados em todo país pelo Ministério da Educação (MEC) em parceria com diversas Instituições.

Vagas ofertadas na Escola Agrícola de Jundiaí:
- Técnico em Agronegócio (noturno) - 35 vagas
- Técnico em Edificações (noturno) - 35 vagas
- Técnico em Logística (noturno) - 35 vagas
- Técnico em Meio Ambiente (noturno) - 70 vagas
Brasília (DF) – A grave crise econômica que prejudica cada vez mais o bolso do trabalhador brasileiro parece não atingir a presidente Dilma Rousseff. Na sua estadia em Nova York, a presidente ocupou por duas noites a suíte Tiffany do hotel St. Regis, que custa US$ 11.000 por noite. O quarto possui 158 metros quadrados e tem uma sala de jantar para dez pessoas, além de uma sala de estar.
De acordo com a coluna Radar on-line, do jornalista Lauro Jardim, na revista Veja desta quarta-feira (1º), o hotel escolhido pela presidente, que chegou à cidade no último domingo (28) para se reunir com empresários e investidores, é localizado na esquina da Quinta Avenida com a Rua 55, área nobre da cidade.
A matéria informa ainda que a suíte ocupada por Dilma foi decorada pelo diretor de design da grife cobiçada pela atriz Audrey Hepburn em seu filme mais famoso, Bonequinha de Luxo.
Segundo apurado pela coluna, incluindo a noite anterior à chegada da presidente, quando tradicionalmente o quarto é vistoriado pela segurança da Presidência, o total da conta não ficou abaixo de R$ 102.000, na cotação do dólar de R$ 3,10 de ontem.
A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quinta-feira (2), em primeiro turno, a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos para crimes hediondos, para homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. O texto "mais brando" votado nesta sessão foi considerado uma "pedalada regimental" do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para reverter a rejeição da proposta no dia anterior.

Na nova sessão, 323 deputados foram a favor, 155 deputados votaram contra a redução e houve ainda 2 abstenções. O texto ainda precisa passar pelo segundo turno de votação na Casa antes de ir para o Senado.

Na madrugada de quarta, outro texto que propunha a redução da maioridade foi rejeitado pelos deputados por cinco votos - são necessários 308 votos para a aprovação de PEC (Proposta de Emenda Constitucional), e apenas 303 haviam sido favoráveis.

O texto aprovado na sessão desta quinta prevê a redução da maioridade para 16 anos para jovens que cometerem crimes hediondos, como sequestro e estupro, homicídio doloso (com intenção de matar) ou lesão corporal seguida de morte. A diferença em relação ao texto derrotado na sessão anterior foi a retirada de tráfico de drogas, de terrorismo e de roubo qualificado do rol de crimes que fariam o jovem responder como um adulto.

A emenda aglutinativa foi acordada entre PMDB, líderes da oposição e deputados favoráveis à redução da maioridade penal, e sofreu críticas do PT, PC do B e PSOL, que classificaram como uma "pedalada regimental" de Cunha para ter sua vontade atendida.

Nas falas que defendiam a redução da maioridade penal, diversos deputados chamavam o "clamor das ruas" em defesa da aprovação do texto. Cerca de 87% dos brasileiros apoiam a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, segundo pesquisa de opinião feita pelo Datafolha no último dia 22 de junho.
Após tensão, sessão sem público

A votação da redução da maioridade penal na noite de terça foi acompanhada por intensos protestos a favor e contra a PEC. A polícia legislativa chegou a fazer uso de gás de pimenta para dispersar manifestantes que tentavam entrar na Câmara.

A sessão, que durou mais de quatro horas, teve presença de dezenas de estudantes contrários à redução da maioridade penal e que comemoram a rejeição do texto substitutivo.

Nesta quarta-feira, as galerias não foram abertas para a entrada de manifestantes. A votação da emenda aglutinativa começou por volta da meia-noite e durou cerca de 45 minutos. Nesse período, o presidente da Câmara foi visto muitas vezes ao celular e foi acusado de estar convocando deputados à votação por telefone.

"Sua vitória não é uma vitória moral, é uma vitória matemática", criticou Silvio Costa (PSC-PE). "Vossa Excelência usou o tempo que quis", reclamou o parlamentar antes de ter o microfone cortado.
Próximos passos

O texto que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos (PEC 171/93) ainda deve passar por uma segunda votação na Câmara dos Deputados e por duas votações no Senado para que a Constituição seja alterada.
Apesar de a Globo repetir em seu noticiário regular que "as empresas de mídia" não são suspeitas no escândalo internacional de corrupção do futebol mundial, contratos envolvendo a emissora e a CBF fazem parte do "pacote" de documentos que está sendo investigados por agentes da Polícia Federal.

A reportagem do UOL apurou que contratos assinados entre a TV e a entidade em anos passados serão submetidos ao escrutínio de especialistas da PF. Trata-se, inclusive, de parte da colaboração que o país vem fazendo com as investigações do FBI, que jogaram parte da cúpula do futebol mundial na cadeia.

Cabe lembrar que até o momento não recai sobre a Globo nenhuma suspeita, mas como sua relação com a CBF, especialmente a gestão Ricardo Teixeira, foi e ainda é atávica, ela entra no foco da investigação também.

A PF jamais comenta apurações em andamento.

Procurada pela coluna, a Globo afirmou desconhecer qualquer investigação e não quis comentar. Já a CBF afirmou que "a relação de quatro décadas do futebol brasileiro com a TV Globo é um 'case' de sucesso". A entidade afirma ainda que está disponível para prestar quaisquer esclarecimentos às autoridades.

A investigação

A PF quer entender como funcionou a relação entre a gestão do ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira e o Departamento de Esportes da Globo.

Na TV aberta, a Globo detém monopólio de transmissão dos principais torneios de futebol há quase 40 anos.

Em 2011, porém, a TV Record fez uma ofensiva para comprar os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, cujo contrato anterior estava prestes a expirar.

Foi a primeira vez que a Globo viu o rentável setor esportivo ameaçado por outra emissora. Na ocasião, Teixeira já era, havia anos, um suspeito de corrupção.

A pedido da Record, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) passou a investigar os contratos do futebol e concluiu que havia uma ilegalidade: o órgão determinou ao hoje finado Clube dos 13 --que sucedeu a CBF na negociação de direitos de transmissão-- que fizesse uma licitação para definir quem teria direito à transmissão de jogos do futebol brasileiro.

O Cade concluiu que o modelo usado até então só beneficiava a Globo. Diante da inédita decisão, e suspeitando que a Record poderia fazer uma oferta financeira superior à da Globo, a CBF de Teixeira e alguns times, como Corinthians e Flamengo, agiram nos bastidores e implodiram o Clube dos 13.


Mas ele não agiu só. CBF, Globo e outros clubes se uniram para dar rasteira nas pretensões da emissora de Edir Macedo. Com os times mais populares fechando acordo diretamente com a Globo, o caso deixou a alçada do Cade. Em outras palavras, com a negociação ponto a ponto, eles driblaram a licitação.

Com isso, o futebol brasileiro continuou mais uma vez nas mãos exclusivas da Globo.

Rombo

A Globo não ficou ilesa, porém. Sofreu grande perda de dinheiro. A negociação time a time encareceu sobremaneira o preço do futebol. A tal ponto que, estima-se, a Globo teve de gastar quase R$ 1 bilhão a mais do que gastaria antes do "imbroglio" iniciado pela Record.

Teixeira acabou com a imagem ainda mais prejudicada. Na verdade essa foi uma das últimas pás de cal em seu reinado.

"Traição"

O apoio de quatro décadas da CBF à Globo, porém, não impediu a emissora de noticiar os escândalos envolvendo Teixeira e a Fifa, deflagrados ainda em 2011, poucos meses após a complicada manobra que manteve o monopólio do futebol com a TV da família Marinho.

Teixeira ficou revoltado com o noticiário, que considerou uma "traição". Um ano antes havia se gabado à revista "Piauí" de ser praticamente inatacável pela Globo, e que só temeria qualquer denúncia "no dia em que ela saísse no 'JN'".


Outro lado - CBF

Procurada pelo UOL, a CBF respondeu, por meio de sua Diretoria de Comunicação:

"A relação de quatro décadas do futebol brasileiro com a TV Globo, que envolve não apenas a seleção brasileira, mas também os grandes clubes do país, é um dos maiores cases de sucesso de parceria da história do futebol mundial.

No ESO do UOL
Pesquisa Ibope divulgado nesta quarta-feira aponta que a aprovação da presidente Dilma Rousseff atingiu um novo recorde negativo. O governo é avaliado como ótimo ou bom por apenas 9% dos entrevistados. Em março, o percentual era de 12%.

Em contrapartida, o percentual que considera o governo ruim ou péssimo subiu de 64%, em março, para 68%. O governo é avaliado como regular por 21%, enquanto 1% dos entrevistados não soube responder.

O levantamento, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), ouviu 2.002 entrevistados em 141 municípios, no período de 18 a 21 de junho.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança do levantamento é de 95%.

Confiança 
De acordo com a pesquisa, 83% desaprovam a maneira de a presidente governar, enquanto 15% aprovam. Esses percentuais eram de 78% e 19%, respectivamente, na pesquisa anterior, de março.

O levantamento também indica que a confiança no governo caiu nos últimos meses. Em março, 24% dos brasileiros confiavam no governo, mas agora esse percentual caiu para 20%. Por outro lado, 78% dos brasileiros dizem que não confiam no governo Dilma, ante 74% na pesquisa anterior.

No ESO do TERRA
Um carro do Conselho Tutelar de Passa e Fica capotou  na noite de ontem na RN 093, próximo ao acampamento dos 'Sem Terra', na saída para São José do Campestre. No momento do acidente dois conselheiros identificados como Antônio Carlos Bacelar e Bianca Rumão ocupavam o veículo. Segundo informações, eles  estavam se deslocando a um posto de combustível para abastecer o veículo.

Apesar do impacto, os conselheiros não sofreram lesões graves e aparentemente passam bem, porém os mesmos foram encaminhados para um hospital em Natal por se queixaram de dores e deverão ser submetidos a exames médicos. Já o veículo ficou bastante deteriorado.

No ESO do Amigos da Onça
A Polícia de Trânsito esteve no local e realizou os procedimentos cabíveis. Ainda não sabe o que teria causado o capotamento.
Uma das ambulâncias do município de Tibau do Sul, cidade do Litoral Sul do Rio Grande do Norte sofreu um acidente de trânsito na BR 101 próximo a entrada de Arêz.


Segundo informações do blog Olhar Atento, o acidente aconteceu na direção Tibau do Sul à Natal, quando derrapou na pista e capotou no canteiro da BR 101.


Ainda segundo informações apuradas pelo VNT, nenhum dos passageiros teve ferimentos graves, entre eles estava uma mulher grávida. A Policia Rodoviária Federal esteve no local pra realizar os procedimentos legais.

No ESO do VNT Online
A loja Unilar, que faz parte de uma das maiores redes de lojas de móveis e eletros do Nordeste (RedeUnilar), que atual há mais de 10 anos no comercio varejista de Espírito Santo-RN, promoveu durante todo o dia de ontem, Terça-Feira 30 de Junho, seu primeiro arraiá na cidade, que foi sucesso de público e vendas.

A quadrilha matuta Arraiá Tradicioná da cidade de Nova Cruz que homenageou a Turma do Chaves, se apresentou junto com seu trio de forró pé de serra, centenas de pessoas se fizeram presentes para prestigiar o evento.

Veja fotos:

























Após um dia de muita tensão no Congresso, a Câmara dos Deputados rejeitou, em votação apertada, a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, no caso de crimes hediondos e outros delitos considerados graves.
O resultado significa uma derrota para o presidente da casa, Eduardo Cunha, que colocou em votação a matéria, apesar da enorme polêmica em torno do assunto.
Eram necessários 308 votos para aprovar a proposta de emenda ás Constitucional (PEC), mas 303 deputados apoiaram a redução, 184 foram contra e 3 se abstiveram. Estiveram presentes na sessão 490 dos 513 deputados.
No entanto, apesar do resultado da madrugada desta quarta-feira, o tema da maioridade ainda será analisado novamente pela Câmara. A proposta votada foi um substitutivo à PEC originalmente em discussão, que previa a redução da maioridade para todos os crimes. Com sua rejeição, a PEC original será colocada em votação.
A princípio, por ser uma proposta mais radical, ela enfrenta mais resistência entre os deputados. Porém, Cunha afirmou, após o resultado de ontem, que poderão ser votadas também outras emendas de deputados que alterem o texto original.
"Não acabou. A votação ainda está muito longe de acabar", afirmou, depois de encerrar a sessão.
Após sofrer derrota com a rejeição da proposta que previa a redução para crimes graves, Eduardo Cunha disse que outras alternativas serão votadas
"Foram 303 votos [a favor], um número muito representativo. O que mostra que o tema é polêmico, não atingiu o quórum constitucional. Se não atingiu, o número da Ceasa não foi suficiente para isso. Se na votação do texto original ou de alguma [emenda] aglutinativa atingir, ótimo, se não, é que a casa quer permanecer com a legislação existente".
Risco
Entre os contrários à redução, as declarações de Cunha levantaram o temor de que possa acontecer algo semelhante ao que ocorreu no caso do financiamento privado de campanha, em maio. Após uma proposta que incluía a autorização das doações de empresas a candidatos políticos na Constituição Federal ter sido rejeitada numa noite, o presidente da casa colocou em votação e conseguiu aprovar outra proposta que autorizava as doações somente a partidos na noite seguinte.
Depois de pautar o tema da maioridade como prioridade, Cunha disse que retornará ao assunto na próxima semana ou apenas após o recesso parlamentar, em agosto, sob a justificativa de que é preciso votar o segundo turno da Reforma Política.
Para o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), Cunha quer ganhar tempo para tentar aprovar outra proposta de redução da maioridade.
"Com certeza, esse risco existe [de que ocorra algo semelhante ao episódio do financiamento de campanha]. Acho preocupante deixar para depois o encerramento da votação desse tema. A casa tem que acabar de votar nesta quarta. Ele [Cunha] estava com tanta pressa para votar o tema", criticou.
Manifestantes dos dois lados foram autorizados a acompanhar a votação nas galerias do plenário.
O texto rejeitado na madrugada pelos deputados foi resultado de um acordo costurado por PMDB e PSDB, a contragosto do PT, para reduzir a maioridade em casos considerados mais graves, como homicídio, roubos cometidos em conjunto por duas pessoas ou mais e crimes hediondos (estupro, tráfico de drogas, extorsão mediante sequestro, entre outros). A proposta original, apoiada por Cunha, previa a redução da maioridade para todos os crimes.
Com a rejeição da proposta acordada entre tucanos e peemedebistas, agora deve ganhar fôlego a discussão em torno da reforma do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) para aumentar a punição de jovens criminosos e de adultos que agenciam menores para o crime.
A proposta originalmente apresentada pelo senador José Serra (PSDB-SP) ganhou apoio do governo petista como alternativa à redução da maioridade penal. A expectativa é que essas propostas de reforma do ECA sejam votadas nesta quarta-feira no Senado.
"Todos querem combater a violência. E como é que se combate a violência? Reformando o ECA", argumentou o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).
Protestos
Desde segunda-feira, jovens contrários à redução da maioridade penal se reuniram em frente ao Congresso para pressionar contra a proposta. Nesta terça-feira, manifestantes a favor da redução também compareceram ao Parlamento.
Houve momentos de confusão entre os dois grupos e a Polícia Militar usou spray de pimenta contra os estudantes que protestavam na porta do Anexo 2 da Câmara, com a justificativa de dispersá-los. Algumas pessoas sentiram falta de ar e deixaram o local carregadas.
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) conversou com manifestantes contrários à redução e pediu que evitassem confusão para não deslegitimar o movimento.
Entidades estudantis como UNE e UBES conseguiram uma liminar no STF para garantir sua entrada na Câmara. Apesar disso, Cunha manteve o acesso restrito ao local, alegando questões de ordem e segurança. Os partidos receberam senhas para distribuir entre manifestantes dos dois lados, permitindo que algumas dezenas de pessoas acompanhassem a votação nas galerias do plenário.
Após o resultado, estudantes presentes nas galerias do plenário comemoraram o resultado e chamaram Cunha de ditador. O presidente da Câmara ordenou então que eles fossem retirados do local – como a votação já havia acabado, eles deixaram o plenário sem apresentar resistência.
A votação se encerrou no início da madrugada desta quarta-feira. Até as 2h da manhã, um grupo tocava samba diante do Congresso para celebrar.

A Câmara dos Deputados rejeitou, na madrugada desta quarta-feira (1°), a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos de idade para os crimes considerados "graves".

No total, a proposta recebeu 303 votos a favor, 184 votos contra e 3 abstenções. Para que fosse aprovada, eram necessários 308 votos, ou seja, cinco a mais do que o registrado.

Felipe Maia (RN) Sim

Walter Alves (RN) Sim

Antônio Jácome (RN) Sim

Beto Rosado (RN) Sim

Zenaide Maia (RN) Não

Rafael Motta (RN) Não

Fábio Faria (RN) Sim
Estão adiantadas as conversas entre o vice de arte da TV Record, Marcelo Silva, e o pessoal do “Pânico” que parece não estar satisfeito em ficar onde está e quer mudar de emissora.

As negociações entre Marcelo e Tutinha podem ter um acerto logo e o “Pânico” ir pra noite de domingo depois do jornalismo.



A população do Rio Grande do Norte será beneficiada com a melhoria do atendimento especializado em saúde bucal. O Ministério da Saúde destinou R$ 970,2 mil anuais para 18 Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) de 17 cidades do estado. Em todo o Brasil, 673 municípios foram contemplados com mais de R$ 48 milhões por ano para que os estabelecimentos ampliem a qualidade dos serviços oferecidos à população. Dentre os municípios da região Agreste que tiveram a avaliação considerada positiva e serão contemplados com os recursos apenas Santo Antônio, Nova Cruz e São José do Campestre figuram na lista. 

O incentivo faz parte das iniciativas de modernização da gestão da saúde que vêm sendo promovidas pelo Governo Federal, com adoção de novos padrões e indicadores de qualidade. A avaliação é composta por três módulos. No primeiro, é verificado se a infraestrutura a manutenção e o uso dos equipamentos, instrumentais e insumos, estão sendo feitos de forma adequada. No segundo, são entrevistados o gerente do CEO e um cirurgião dentista para a obtenção de informações sobre o processo de trabalho, organização do serviço e cuidado aos usuários. No terceiro módulo, é feita uma pesquisa de satisfação com pacientes do Centro, que inclui perguntas quanto ao acesso e qualidade do atendimento.

A lista das cidades que vão receber os recursos adicionais, que se somam ao valor de custeio já pago a esses estabelecimentos, foi publicada na portaria 677/2015, que homologa a certificação dos CEO no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade dos Centros de Especialidades Odontológicas (PMAQ-CEO). 

MONITORAMENTO
Os 981 Centros de Especialidades Odontológicas que estavam em funcionamento em todo o país entre fevereiro e março de 2013 tiveram oportunidade de aderir ao PMAQ CEO de forma voluntária. Desses, 859 CEO aderiram ao programa, comprometendo-se a cumprir os critérios de qualidade pactuados, e passaram a receber um adicional de 20% no custeio mensal. Após a etapa de avaliação externa, os CEO certificados podem perder os 20% a mais de incentivo do PMAQ-CEO, manter os 20%, ou ampliar para 60% ou 100% adicionais, de acordo com o desempenho e cumprimento dos requisitos pactuados.

Os outros municípios contemplados foram Açu, Alexandria, Canguaretama, Caraúbas, Currais Novos, João Câmara, Macaíba, Macau, Mossoró, Parelhas, São Gonçalo do Amarante, São José do Mipibu, São José do Campestre, São Miguel e São Paulo do Potengi.

No ESO do Amigos da Onça

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