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Ex-chefe da CBF, Marin é preso por corrupção na Fifa


O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,dirigentes-da-fifa-detidos-podem-pegar-ate-20-anos-de-prisao,1695058O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei.
Escritório Federal de Justiça da Suíça confirmou, nesta quarta-feira (27), que o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin, juntamente com outros seis executivos alto escalão da Fifa, está na lista dos nove presos acusados de envolvimento em esquema de corrupção da entidade, entre eles o ex-presidente da Conmebol, o paraguaio Nicolás Leoz. As prisões foram realizadas no Baur au Lac Hotel, em Zurique, a partir de pedido da promotoria de Nova York, durante uma operação anticorrupção feita pela polícia suíça e movida por um pedido do FBI, que lidera a investigação.

De acordo com informações publicadas pelo jornal americano The New York Times, autoridades suíças envolvidas no caso apontaram o antigo dirigente da CBF como um dos principais acusados de colaborar com algumas práticas ilegais dentro da Fifa nas duas últimas décadas. Entre elas, casos de fraude em eleições para a escolha do Qatar como sede da Copa do Mundo de 2022, lavagem de dinheiro e fraude eletrônica. Ao todo, 14 pessoas estão sendo investigadas de forma direta no caso.

Além de José Maria Marin, outros importantes dirigentes que se encontravam na Suíça para o congresso anual da entidade foram detidos, como Jeffrey Webb, vice-presidente da comissão executiva da Fifa e mandatário máximo da Concacaf, que é das Ilhas Cayman, o uruguaio Eugenio Figueredo, ex-presidente da Conmebol; Jack Warner, de Trinidad e Tobago, que é ex-membro do comitê executivo acusado de numerosas violações éticas; Eduardo Li, oficial costarriquenho da Fifa; uruguaio Eugenio Figueredo, outro ex-presidente da Conmebol; Rafael Esquivel, Julio Rocha e Costas Takkas. Todos eles foram apontados pelas fontes como parte direta dos investigados no esquema de corrupção.

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